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Infraestrutura TI

Seu caso

A empresa vai trocar de endereço

Sua empresa vai mudar de endereço. A TI decide se a mudança dói.

Caixa, móvel e caminhão se resolvem com fornecedor e data marcada. Internet, rede, telefonia e servidores, não: têm fila de operadora, obra e dependências que só aparecem quando alguém planeja. Cuidamos da mudança da TI de ponta a ponta.

Não é bem o seu caso? Ver os outros momentos

O erro clássico

Por que mudanças de sede derrubam a operação

O roteiro se repete: a diretoria fecha o endereço novo, contrata a transportadora, avisa os funcionários — e a TI entra na conversa quando alguém pergunta "e a internet de lá?". A partir daí tudo vira corrida: link provisório, telefonia mudando antes da rede, servidor viajando sem backup validado.

O problema não é competência de ninguém: é ordem. Mudança de sede é um projeto de infraestrutura disfarçado de logística, e projeto se planeja de trás para frente. Nós montamos o cronograma reverso: partimos da data da mudança e distribuímos cada tarefa técnica no ponto em que ela precisa começar — a começar pelo item que ninguém controla, a instalação dos links pela operadora.

O plano

O cronograma reverso, marco a marco

Cinco marcos entre a escolha do endereço e a primeira manhã de operação normal. O que ancora as datas não é o calendário: é o prazo que a operadora devolve por escrito.

01

Levantamento e escolha do endereço

  • Consulta de viabilidade no CEP enquanto ainda dá para escolher outro prédio: quais operadoras entregam fibra dedicada naquele ponto, se a entrada do edifício já tem infraestrutura e por onde o cabo do provedor teria de passar.
  • Levantamento técnico do espaço novo (ou da planta, se estiver em obra): pontos de rede, posição do rack, elétrica dedicada e climatização da sala técnica.
  • Fechamento do projeto: topologia, VLANs, cobertura Wi-Fi por heatmap e lista de materiais — a lista vira pedido de compra no mesmo movimento, porque equipamento também depende do prazo de fábrica e do distribuidor.
02

Contratação dos links

  • O pedido de instalação sai antes de qualquer outra compra. É o único item da mudança cuja data não é nossa nem sua: quem devolve o prazo é a operadora, depois da vistoria no endereço.
  • Sempre que o orçamento permite, dois provedores distintos e por caminhos de entrada distintos — se um atrasar ou cair, a mudança não fica refém dele.
  • A data que a operadora confirmar por escrito é o que ancora o cronograma: os marcos seguintes são posicionados entre ela e a data da mudança física, não no calendário que a gente gostaria.
03

Montagem no endereço novo

  • Cabeamento lançado, certificado e identificado no endereço novo; rack montado com diagrama de face definido.
  • Links ativados e testados assim que a operadora entrega — velocidade, latência e IP fixo conferidos enquanto ainda dá para acionar a operadora pelo contrato, e não na véspera da mudança, quando reclamar já não muda nada.
  • Switches, Wi-Fi e firewall configurados em bancada, replicando as políticas do ambiente atual e já corrigindo o que o projeto decidiu melhorar.
04

A virada

  • Antes de qualquer equipamento sair da tomada: ensaio do plano de corte — sequência de desligamento, transporte etiquetado por setor e ordem de religamento no destino — e backup completo e verificado dos servidores e dos dados locais.
  • Congelamento de mudanças de sistemas na janela da virada, com equipe e clientes avisados da data e do que fica indisponível enquanto ela durar.
  • D-0 é a data da mudança da sua empresa, não uma promessa nossa: o corte acontece na janela combinada em torno dela, fora do expediente, com desligamento ordenado, transporte assistido dos ativos de TI e remontagem no destino.
05

Aceite por setor e as-built

  • Testes por setor no endereço novo — telefonia, ERP, impressão, Wi-Fi, VPNs — com checklist de aceitação assinado item a item por quem usa cada sistema, não só pela TI.
  • Na primeira manhã de operação normal, nossa equipe fica no local e o NOC acompanha os equipamentos, para o que escapar do checklist ser resolvido com gente presente.
  • Entrega da documentação as-built: mapa de pontos, diagrama do rack, credenciais e contratos dos circuitos novos — e o endereço antigo devolvido com os circuitos desativados de forma documentada.

Operadoras

O checklist dos links: o gargalo que define a data

Nenhum item da mudança tem prazo tão imprevisível quanto o circuito de internet, e ele é o único que não depende nem de nós nem de você. Por isso é o primeiro a ser verificado, ainda na escolha do endereço:

Viabilidade no CEP
Quais operadoras entregam fibra dedicada ou empresarial naquele ponto exato — e não na rua ao lado.
Entrada do prédio
Se o edifício já tem infraestrutura de entrada ou se o provedor vai precisar executar obra até a sala técnica.
Prazo por escrito
A data que a operadora confirma depois da vistoria. É ela que ancora todos os marcos seguintes.
IP fixo e VPNs
Se o contrato atual permite portar o IP, ou se será preciso replanejar túneis e apontamentos de DNS.
Dois provedores
Sempre que o orçamento permite, por caminhos de entrada distintos — a redundância que protege a operação nova também tira a mudança do refém de uma instalação.
Contingência
Enquanto o link definitivo não chega, um acesso dimensionado para a equipe trabalhar — decidido com o cenário na mesa, não na véspera.

Dúvidas de quem está mudando

Perguntas desta página

Com quanta antecedência devo envolver a equipe de TI na mudança?

Antes de assinar o contrato do imóvel, enquanto o endereço ainda é candidato — e não depois de contratar a transportadora. O motivo é a ordem das dependências: o item mais lento da mudança não depende nem de nós nem de você, é a instalação do link de internet pela operadora. O prazo dela só aparece depois da consulta de viabilidade naquele CEP e da vistoria no prédio, e é esse prazo que define quando todo o resto pode começar.

A empresa perde dias de operação na mudança?

É exatamente isso que o cronograma reverso existe para evitar, e o método é este: a infraestrutura do endereço novo fica pronta, ligada e testada antes de a mudança física acontecer, de modo que o corte se resume a desligar, transportar e religar dentro de uma janela combinada fora do horário comercial. O risco que sobra não é técnico, é de prazo de terceiro — se a operadora atrasar o link, a janela é remarcada ou entra a contingência dimensionada até o definitivo chegar, e essa decisão é sua, tomada com o cenário na mesa e não na véspera.

E se o prédio novo ainda estiver em obra?

Melhor ainda: entramos junto com o projeto da obra. Definimos pontos de rede, elétrica do rack e sala técnica com arquiteto e eletricista antes do fechamento de paredes — ponto previsto em planta é lançado dentro da parede pelo mesmo empreiteiro que já está lá; ponto esquecido vira canaleta aparente, obra uma segunda vez e escritório já ocupado.

Vocês cuidam também da desmontagem do escritório antigo?

Sim. Inventariamos, desmontamos e transportamos os ativos de TI com etiquetagem por posição de destino, e devolvemos o espaço antigo com os circuitos desativados de forma documentada para a rescisão do contrato.

Próximo passo

Comece pela visita de levantamento

A visita inicial é gratuita e sem compromisso na Grande Florianópolis. Vamos até o local, entendemos o que já existe e qual é o prazo que está te empurrando — só depois disso faz sentido falar de escopo e de preço.

Já sabe em que pé está? Vá direto ao ponto:

Pauta da primeira conversa

  • O momento e, se já houver, a data
  • Os endereços envolvidos — o de hoje e o de destino
  • O que já existe: rack, links contratados, firewall
  • Quem decide e quem opera no dia a dia

0800 591 9271 · contato@assist.com.br

Segunda a Sexta, 08h às 18h

Marcar a visita 0800 591 9271